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Comentário de Setembro

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Sobre o cenário econômico do mês de setembro, o tema que tem estado presente em nossas comunicações há um bom tempo, taxa de juros nos EUA, este mês, como esperado, houve mudança importante. O banco central americano, FED, reduziu os juros em 0,50%, corte razoável, trazendo os respectivos para o intervalo de 4,75% a 5,00%. Importante aqui citar que há por parte deles uma preocupação com a desaceleração da economia americana, porém, o FED citou em seus comunicados que ainda acompanhará os dados com o tempo, como atividade econômica, inflação e emprego, para definir os próximos passos, no entanto já sinalizou que dificilmente haverá mais corte na mesma magnitude, de 0,50%. Ainda com relação ao exterior, bons ventos vieram da China, com o governo buscando trazer o crescimento do país para a meta no ano de aproximadamente 5%, lançando um megapacote monetário, que vai desde a redução da alíquota dos depósitos compulsórios por parte dos bancos, com isto permitindo mais recurso financeiro no mercado, além de redução nas taxas hipotecárias, favorecendo o mercado imobiliário que está em crise há um tempo.

Quanto ao Brasil, conforme esperado pelo mercado também, ao contrário do FED, o banco central brasileiro, BACEN, seguiu caminho diferente, aumentando a taxa básica de juros em 0,25%, posicionando a respectiva em 10,75%. Em função que a atividade econômica, como o emprego também, continuam aquecidos e como consequência, a inflação está aumentando, colocando na conta também um temor maior quanto a parte fiscal brasileira, uma falta de comprometimento maior com as despesas por parte do Governo, fez jus a retomada do aperto monetário e indo um pouco além, o mercado entende que este controle monetário pode estender mais, posicionando a taxa de juros próximo a 12,00% ainda no final de 2024. Enfim… aumento de juros e ainda dúvidas quanto à questão fiscal, acaba sendo uma combinação negativa para ativos de risco, como exemplo o Ibovespa que, conforme citado anteriormente, encerrou ou mês com resultado negativo de 3,08%.

Índices de Mercado

IMA-S (carteira de Títulos Públicos Federais indexados, pós fixados pela Selic) IMA-B (carteira de Títulos Públicos Federais indexados à inflação, IPCA) | IRF-M (carteira de Títulos Públicos Federais, pré-fixados) | MSCI World (carteira de ações negociadas ao redor do mundo)

PODCAST DO MÊS

 

Superconservador

Indicadores Setembro Ano 12 meses 24 meses 36 meses 60 meses
Super Conservador 0,85% 8,01% 11,00% 25,68% 39,61% 46,51%
CDI (RF Curto Prazo) 0,83% 7,99% 11,06% 25,97% 39,67% 48,96%
IPCA (Inflação) 0,44% 3,31% 4,42% 9,84% 17,71% 33,84%
Poupança 0,57% 5,19% 7,05% 15,94% 24,20% 30,08%
IMA-S 0,87% 8,20% 11,25% 26,49% 40,92% 49,90%
IRF-M 0,34% 3,91% 8,46% 23,19% 33,05% 40,33%
IMA-B -0,67% 0,82% 5,60% 17,26% 25,75% 34,46%
IMA-B 5 (RF Médio Prazo) 0,40% 5,30% 8,42% 21,04% 32,21% 50,24%
IMA-B 5+ (RF Longo Prazo) -1,42% -2,61% 3,63% 14,16% 20,09% 21,84%
Ibovespa (Bolsa de Valores) -3,08% -1,77% 13,07% 19,77% 18,74% 25,84%
MSCI World em US$ 1,69% 17,45% 30,45% 56,47% 22,63% 69,16%
Dólar -3,68% 12,54% 8,80% 0,77% 0,16% 30,79%
MSCI World em R$ 2,05% 32,18% 41,94% 57,71% 25,19% 125,50%

 

O perfil Super Conservador apresentou resultado de +0,85%. O perfil é composto por 99,3% de títulos públicos federais (Tesouro Selic, pós-fixado), que buscam refletir a taxa básica de juros, Selic. Na composição ainda há uma parcela de 0,7% de operações com os participantes (empréstimos).

 

Composição do Perfil Superconservador

Importante destacar que esse perfil ao longo do tempo, precisamente nos últimos 5 anos, entrega um resultado real (acima da inflação) anualizado de 1,83% e desde 2006, 5,020% também anualizado.

Válido ressaltar também que esse perfil de investimentos apresenta um nível de risco inferior aos demais, por esse motivo a probabilidade é de apresentar um resultado menor ao longo do tempo, em função que o respectivo tem como característica preservação de capital, para aqueles participantes que estão próximos a se aposentar, já estão aposentados ou são totalmente avessos ao risco.

Conservador

Indicadores Setembro Ano 12 meses 24 meses 36 meses 60 meses
Conservador 0,54% 6,63% 10,42% 21,28% 29,05% 37,45%
CDI (RF Curto Prazo) 0,83% 7,99% 11,06% 25,97% 39,67% 48,96%
IPCA (Inflação) 0,44% 3,31% 4,42% 9,84% 17,71% 33,84%
Poupança 0,57% 5,19% 7,05% 15,94% 24,20% 30,08%
IMA-S 0,87% 8,20% 11,25% 26,49% 40,92% 49,90%
IRF-M 0,34% 3,91% 8,46% 23,19% 33,05% 40,33%
IMA-B -0,67% 0,82% 5,60% 17,26% 25,75% 34,46%
IMA-B 5 (RF Médio Prazo) 0,40% 5,30% 8,42% 21,04% 32,21% 50,24%
IMA-B 5+ (RF Longo Prazo) -1,42% -2,61% 3,63% 14,16% 20,09% 21,84%
Ibovespa (Bolsa de Valores) -3,08% -1,77% 13,07% 19,77% 18,74% 25,84%
MSCI World em US$ 1,69% 17,45% 30,45% 56,47% 22,63% 69,16%
Dólar -3,68% 12,54% 8,80% 0,77% 0,16% 30,79%
MSCI World em R$ 2,05% 32,18% 41,94% 57,71% 25,19% 125,50%

 

O perfil Conservador apresentou rentabilidade de +0,54% no mês. O mês de setembro apresentou um resultado baixo se comparado ao perfil Super Conservador, por exemplo, em função do mercado doméstico que tem tido uma crise de credibilidade com relação a política fiscal brasileira de médio / longo prazo, fazendo com que a inflação dos últimos 12 meses fique próximo ao teto da meta, exigindo com que o Banco Central brasileiro retomasse o aperto monetário, aumento de juros e consequentemente, afetando os ativos de risco, como Renda Fixa de Longo Prazo e Renda Variável, Ações. A boa notícia veio do exterior, com EUA iniciando o afrouxamento monetário, reduzindo os juros e o governo da China lançando um pacote para reaquecer a sua economia, que pode ser positivo com o tempo para a nossa economia.

 

Composição Perfil Conservador

 

As estratégias de investimentos Renda Variável, Exterior e Outros, contribuíram positivamente com o resultado em 0,54%, 0,06% e 0,06% respectivamente. Já as estratégias de Renda Fixa e Multimercado | Private Equity foram detratoras de resultado, com -0,11% e -0,01%.

 

Atribuição de Performance

 

Importante destacar que esse perfil ao longo do tempo, precisamente nos últimos 5 anos, entrega um resultado real (acima da inflação) anualizado de 0,53% e desde 2006, 4,968% também anualizado.

Moderado

Indicadores Setembro Ano 12 meses 24 meses 36 meses 60 meses
Moderado 0,08% 4,95% 9,35% 16,20% 18,53% 30,81%
CDI (RF Curto Prazo) 0,83% 7,99% 11,06% 25,97% 39,67% 48,96%
IPCA (Inflação) 0,44% 3,31% 4,42% 9,84% 17,71% 33,84%
Poupança 0,57% 5,19% 7,05% 15,94% 24,20% 30,08%
IMA-S 0,87% 8,20% 11,25% 26,49% 40,92% 49,90%
IRF-M 0,34% 3,91% 8,46% 23,19% 33,05% 40,33%
IMA-B -0,67% 0,82% 5,60% 17,26% 25,75% 34,46%
IMA-B 5 (RF Médio Prazo) 0,40% 5,30% 8,42% 21,04% 32,21% 50,24%
IMA-B 5+ (RF Longo Prazo) -1,42% -2,61% 3,63% 14,16% 20,09% 21,84%
Ibovespa (Bolsa de Valores) -3,08% -1,77% 13,07% 19,77% 18,74% 25,84%
MSCI World em US$ 1,69% 17,45% 30,45% 56,47% 22,63% 69,16%
Dólar -3,68% 12,54% 8,80% 0,77% 0,16% 30,79%
MSCI World em R$ 2,05% 32,18% 41,94% 57,71% 25,19% 125,50%

 

O perfil Moderado apresentou rentabilidade de 0,08% no mês O mês de setembro apresentou um resultado baixo se comparado aos perfis de baixo risco, por exemplo, em função do mercado doméstico que tem tido uma crise de credibilidade com relação a política fiscal brasileira de médio / longo prazo, fazendo com que a inflação dos últimos 12 meses fique próximo ao teto da meta, exigindo com que o Banco Central brasileiro retomasse o aperto monetário, aumento de juros e consequentemente, afetando os ativos de risco, como Renda Fixa de Longo Prazo e Renda Variável, Ações. A boa notícia veio do exterior, com EUA iniciando o afrouxamento monetário, reduzindo os juros e o governo da China lançando um pacote para reaquecer a sua economia, que pode ser positivo com o tempo para a nossa economia.

 

Composição Perfil Moderado

 

As estratégias de investimentos Renda Variável, Multimercado | Private Equity e Outros, contribuíram positivamente com o resultado em 0,34%, 0,11% e 0,04% respectivamente. Já as estratégias de Renda Fixa e Exterior, foram detratoras de resultado, com -0,15% e -0,26%.

 

Atribuição de Performance

Importante destacar que esse perfil ao longo do tempo, precisamente nos últimos 5 anos, entrega um resultado real (acima da inflação) anualizado de -0,46% e desde 2006, 4,689% também anualizado.

Agressivo

Indicadores Setembro Ano 12 meses 24 meses 36 meses 60 meses
Agressivo -0,29% 4,12% 9,10% 15,00% 14,43% 29,27%
CDI (RF Curto Prazo) 0,83% 7,99% 11,06% 25,97% 39,67% 48,96%
IPCA (Inflação) 0,44% 3,31% 4,42% 9,84% 17,71% 33,84%
Poupança 0,57% 5,19% 7,05% 15,94% 24,20% 30,08%
IMA-S 0,87% 8,20% 11,25% 26,49% 40,92% 49,90%
IRF-M 0,34% 3,91% 8,46% 23,19% 33,05% 40,33%
IMA-B -0,67% 0,82% 5,60% 17,26% 25,75% 34,46%
IMA-B 5 (RF Médio Prazo) 0,40% 5,30% 8,42% 21,04% 32,21% 50,24%
IMA-B 5+ (RF Longo Prazo) -1,42% -2,61% 3,63% 14,16% 20,09% 21,84%
Ibovespa (Bolsa de Valores) -3,08% -1,77% 13,07% 19,77% 18,74% 25,84%
MSCI World em US$ 1,69% 17,45% 30,45% 56,47% 22,63% 69,16%
Dólar -3,68% 12,54% 8,80% 0,77% 0,16% 30,79%
MSCI World em R$ 2,05% 32,18% 41,94% 57,71% 25,19% 125,50%

 

O perfil Agressivo apresentou rentabilidade de -0,29% no mês. O mês de setembro apresentou um resultado baixo se comparado aos demais perfis de investimentos, em função do mercado doméstico que tem tido uma crise de credibilidade com relação a política fiscal brasileira de médio / longo prazo, fazendo com que a inflação dos últimos 12 meses fique próximo ao teto da meta, exigindo com que o Banco Central brasileiro retomasse o aperto monetário, aumento de juros e consequentemente, afetando os ativos de risco, como Renda Fixa de Longo Prazo e Renda Variável, Ações. A boa notícia veio do exterior, com EUA iniciando o afrouxamento monetário, reduzindo os juros e o governo da China lançando um pacote para reaquecer a sua economia, que pode ser positivo com o tempo para a nossa economia.

 

Composição Perfil Agressivo

 

As estratégias de investimentos Renda Fixa, Renda Variável e Multimercado | Private Equity, contribuíram positivamente com o resultado em 0,11%, 0,15% e 0,08% respectivamente. Já as estratégias de Exterior e Outros, foram detratoras de resultado, com -0,45% e -0,18%.

 

Atribuição de Performance

 

Importante destacar que esse perfil ao longo do tempo, precisamente nos últimos 5 anos, entrega um resultado real (acima da inflação) anualizado de -0,69% e desde 2006, 4,450% também anualizado.