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Comentário de Agosto

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No mês de agosto, mais uma vez a expectativa da taxa de juros nos EUA mexeu com os mercados, está até virando clichê. Em função de dados abaixo do esperado, como o PMI americano, indicador que mede a atividade econômica do país, com olhar na indústria, manufatura e serviços, esperavam 48,8 e encerrou em 46,8, sendo que analistas consideram que se o índice estiver abaixo de 50, indica que a economia está desacelerando e, somado a uma criação de empregos nos EUA também abaixo do esperado, criação de 114 mil vagas, contra uma expectativa de 176 mil vagas, contribuiu para que os analistas passassem a considerar que de fato a economia americana está desacelerando e com isto, a inflação caminhando para a meta anual de 2% e consequentemente, o FED, banco central americano podendo iniciar em breve o ciclo de afrouxamento monetário, ou seja, redução dos juros, algo que foi corroborado pelo presidente da instiuição, Jerome Powell, dizendo “que chegou a hora de ajustar a política monetária”. O mercado passou a considerar corte dos juros americano na reunião de setembro/24, entre 0,25% e 0,50%. Lembrando que os juros americanos hoje estão na faixa entre, 5,25% e 5,50% ao ano.

Com relação ao Brasil, pegamos carona novamente no exterior, que acabou refletindo de forma positiva nos ativos de risco por aqui também, vis-à -vis a bolsa brasileira, medida pelo Ibovespa que encerrou o mês com uma valorização de 6,54%, fruto do fluxo do investidor estrangeiro que voltou a investir por aqui, até pelos preços convidativos, pois segundo analistas, a nossa bolsa está barata, se comparada com outras. Outro tema que também chamou à atenção, na contramão do banco central americano, foi que o nosso banco central, BACEN, depois de ter parado o ciclo de afrouxamento monetário, pode na reunião de setembro, voltar com um ciclo de aperto monetário, ou seja, retomar o processo de subir os juros, uma vez que a inflação, medida através do IPCA, em julho chegou em 4,5% no acumulado dos últimos 12 meses, atingindo o teto da meta, em função da economia brasileira que está pujante e o mercado de trabalho quase em pleno emprego, que significa que a população economicamente ativa que busca emprego, consegue encontrar uma ocupação no curto prazo.

Índices de Mercado

IMA-S (carteira de Títulos Públicos Federais indexados, pós fixados pela Selic) IMA-B (carteira de Títulos Públicos Federais indexados à inflação, IPCA) | IRF-M (carteira de Títulos Públicos Federais, pré-fixados) | MSCI World (carteira de ações negociadas ao redor do mundo)

PODCAST DO MÊS

 

Superconservador

Indicadores Agosto Ano 12 meses 24 meses 36 meses 60 meses
Super Conservador 0,88% 7,10% 11,16% 25,98% 39,20% 46,66%
CDI (RF Curto Prazo) 0,87% 7,10% 11,22% 26,27% 39,13% 48,43%
IPCA (Inflação) -0,02% 2,85% 4,24% 9,04% 18,56% 33,20%
Poupança 0,57% 4,59% 7,09% 16,07% 23,87% 29,78%
IMA-S 0,90% 7,27% 11,39% 26,80% 40,39% 49,31%
IRF-M 0,66% 3,56% 8,27% 24,49% 32,17% 41,87%
IMA-B 0,52% 1,50% 5,31% 19,80% 26,43% 39,24%
IMA-B 5 (RF Médio Prazo) 0,59% 4,88% 8,13% 21,06% 33,00% 52,25%
IMA-B 5+ (RF Longo Prazo) 0,77% -1,21% 3,10% 18,57% 20,28% 28,20%
Ibovespa (Bolsa de Valores) 6,54% 1,35% 17,49% 24,15% 14,47% 34,47%
MSCI World em US$ 2,51% 15,50% 22,57% 39,30% 15,42% 69,58%
Dólar -0,10% 16,83% 14,93% 9,21% 9,97% 36,65%
MSCI World em R$ 2,40% 34,95% 40,89% 52,17% 29,37% 136,16%

O perfil Super Conservador apresentou resultado de +0,88%. O perfil é composto por 99,3% de títulos públicos federais (Tesouro Selic, pós-fixado), que buscam refletir a taxa básica de juros, Selic. Na composição ainda há uma parcela de 0,7% de operações com os participantes (empréstimos).

Composição do Perfil Superconservador

Importante destacar que esse perfil ao longo do tempo, precisamente nos últimos 5 anos, entrega um resultado real (acima da inflação) anualizado de 1,94% e desde 2006, 5,020% também anualizado.

Válido ressaltar também que esse perfil de investimentos apresenta um nível de risco inferior aos demais, por esse motivo a probabilidade é de apresentar um resultado menor ao longo do tempo, em função que o respectivo tem como característica preservação de capital, para aqueles participantes que estão próximos a se aposentar, já estão aposentados ou são totalmente avessos ao risco.

Conservador

Indicadores Agosto Ano 12 meses 24 meses 36 meses 60 meses
Conservador 0,83% 6,06% 10,46% 21,75% 27,85% 39,36%
CDI (RF Curto Prazo) 0,87% 7,10% 11,22% 26,27% 39,13% 48,43%
IPCA (Inflação) -0,02% 2,85% 4,24% 9,04% 18,56% 33,20%
Poupança 0,57% 4,59% 7,09% 16,07% 23,87% 29,78%
IMA-S 0,90% 7,27% 11,39% 26,80% 40,39% 49,31%
IRF-M 0,66% 3,56% 8,27% 24,49% 32,17% 41,87%
IMA-B 0,52% 1,50% 5,31% 19,80% 26,43% 39,24%
IMA-B 5 (RF Médio Prazo) 0,59% 4,88% 8,13% 21,06% 33,00% 52,25%
IMA-B 5+ (RF Longo Prazo) 0,77% -1,21% 3,10% 18,57% 20,28% 28,20%
Ibovespa (Bolsa de Valores) 6,54% 1,35% 17,49% 24,15% 14,47% 34,47%
MSCI World em US$ 2,51% 15,50% 22,57% 39,30% 15,42% 69,58%
Dólar -0,10% 16,83% 14,93% 9,21% 9,97% 36,65%
MSCI World em R$ 2,40% 34,95% 40,89% 52,17% 29,37% 136,16%

 

O perfil Conservador apresentou rentabilidade de +0,83% no mês. O resultado positivo seguiu a mesma toada do mês de julho, refletindo o bom humor do mercado com bons ventos vindos de fora. Os dados divulgados abaixo do esperado indicando que a economia americana está desacelerando e a inflação caminhando pra meta de 2%, indicando um ciclo de afrouxamento monetário (queda de juros), fizeram com que o fluxo de capital estrangeiro vindo do exterior tivesse um aumento, trazendo valorização para os ativos de risco domésticos, como a Bolsa Brasileira que rendeu +6,54%.

Composição Perfil Conservador

As estratégias de investimentos Renda Fixa, Renda Variável, Multimercado | Private Equity e Exterior contribuíram positivamente com o resultado em 0,08%, 0,70%, 0,04% e 0,09% respectivamente e Outros encerrou no campo negativo em -0,08%.

Atribuição de Performance

Importante destacar que esse perfil ao longo do tempo, precisamente nos últimos 5 anos, entrega um resultado real (acima da inflação) anualizado de 0,91% e desde 2006, 4,985% também anualizado.

Moderado

Indicadores Agosto Ano 12 meses 24 meses 36 meses 60 meses
Moderado 1,08% 4,86% 9,48% 16,59% 16,45% 33,27%
CDI (RF Curto Prazo) 0,87% 7,10% 11,22% 26,27% 39,13% 48,43%
IPCA (Inflação) -0,02% 2,85% 4,24% 9,04% 18,56% 33,20%
Poupança 0,57% 4,59% 7,09% 16,07% 23,87% 29,78%
IMA-S 0,90% 7,27% 11,39% 26,80% 40,39% 49,31%
IRF-M 0,66% 3,56% 8,27% 24,49% 32,17% 41,87%
IMA-B 0,52% 1,50% 5,31% 19,80% 26,43% 39,24%
IMA-B 5 (RF Médio Prazo) 0,59% 4,88% 8,13% 21,06% 33,00% 52,25%
IMA-B 5+ (RF Longo Prazo) 0,77% -1,21% 3,10% 18,57% 20,28% 28,20%
Ibovespa (Bolsa de Valores) 6,54% 1,35% 17,49% 24,15% 14,47% 34,47%
MSCI World em US$ 2,51% 15,50% 22,57% 39,30% 15,42% 69,58%
Dólar -0,10% 16,83% 14,93% 9,21% 9,97% 36,65%
MSCI World em R$ 2,40% 34,95% 40,89% 52,17% 29,37% 136,16%

O perfil Moderado apresentou rentabilidade de 1,08% no mês O resultado positivo seguiu a mesma toada do mês de julho, refletindo o bom humor do mercado com bons ventos vindos de fora. Os dados divulgados abaixo do esperado indicando que a economia americana está desacelerando e a inflação caminhando pra meta de 2%, indicando um ciclo de afrouxamento monetário (queda de juros), fizeram com que o fluxo de capital estrangeiro vindo do exterior tivesse um aumento, trazendo valorização para os ativos de risco domésticos, como a Bolsa Brasileira que rendeu +6,54%.

Composição Perfil Moderado

As estratégias de investimentos Renda Fixa, Renda Variável, Multimercado | Private Equity e Exterior contribuíram positivamente com o resultado em 0,11%, 0,53%, 0,09% e 0,48% respectivamente e Outros encerrou no campo negativo em -0,13%.

Atribuição de Performance

Importante destacar que esse perfil ao longo do tempo, precisamente nos últimos 5 anos, entrega um resultado real (acima da inflação) anualizado de 0,01% e desde 2006, 4,731% também anualizado.

Agressivo

Indicadores Agosto Ano 12 meses 24 meses 36 meses 60 meses
Agressivo 1,25% 4,42% 9,49% 15,52% 11,94% 32,23%
CDI (RF Curto Prazo) 0,87% 7,10% 11,22% 26,27% 39,13% 48,43%
IPCA (Inflação) -0,02% 2,85% 4,24% 9,04% 18,56% 33,20%
Poupança 0,57% 4,59% 7,09% 16,07% 23,87% 29,78%
IMA-S 0,90% 7,27% 11,39% 26,80% 40,39% 49,31%
IRF-M 0,66% 3,56% 8,27% 24,49% 32,17% 41,87%
IMA-B 0,52% 1,50% 5,31% 19,80% 26,43% 39,24%
IMA-B 5 (RF Médio Prazo) 0,59% 4,88% 8,13% 21,06% 33,00% 52,25%
IMA-B 5+ (RF Longo Prazo) 0,77% -1,21% 3,10% 18,57% 20,28% 28,20%
Ibovespa (Bolsa de Valores) 6,54% 1,35% 17,49% 24,15% 14,47% 34,47%
MSCI World em US$ 2,51% 15,50% 22,57% 39,30% 15,42% 69,58%
Dólar -0,10% 16,83% 14,93% 9,21% 9,97% 36,65%
MSCI World em R$ 2,40% 34,95% 40,89% 52,17% 29,37% 136,16%

O perfil Agressivo apresentou rentabilidade de 1,25% no mês. O resultado positivo seguiu a mesma toada do mês de julho, refletindo o bom humor do mercado com bons ventos vindos de fora. Os dados divulgados abaixo do esperado indicando que a economia americana está desacelerando e a inflação caminhando pra meta de 2%, indicando um ciclo de afrouxamento monetário (queda de juros), fizeram com que o fluxo de capital estrangeiro vindo do exterior tivesse um aumento, trazendo valorização para os ativos de risco domésticos, como a Bolsa Brasileira que rendeu +6,54%.

Composição Perfil Agressivo

As estratégias de investimentos Renda Fixa, Renda Variável, Multimercado | Private Equity e Exterior contribuíram positivamente com o resultado em 0,06%, 0,34%, 0,07% e 0,85% respectivamente e Outros encerrou no campo negativo em -0,07%.

Atribuição de Performance

Importante destacar que esse perfil ao longo do tempo, precisamente nos últimos 5 anos, entrega um resultado real (acima da inflação) anualizado de -0,15% e desde 2006, 4,511% também anualizado.